
Conteúdo informativo, baseado em fontes oficiais. Não substitui a consulta com um profissional de saúde. Em emergência, ligue 192 (SAMU).
Quem tem pai ou mãe idosos e mora longe conhece a sensação: o telefone toca fora de hora e o coração dispara. A pergunta que não sai da cabeça é “se acontecer alguma coisa, quem vai saber o que fazer?”. A boa notícia é que dá para se preparar, e boa parte do preparo é organizar informação.
O que quem socorre precisa saber
Uma pessoa idosa que passa mal pode estar confusa, sem conseguir falar ou sozinha. Quem a atende precisa, em poucos segundos, de:
- Medicamentos de uso contínuo, com dose e horário
- Alergias, principalmente a remédios
- Doenças e condições, como hipertensão, diabetes ou problemas no coração
- Implantes e cirurgias, como marcapasso
- Quem avisar: filhos, cuidador e médico, com telefone
O cartão na carteira faz a diferença
De nada adianta a informação estar no seu celular se quem socorre não tem como chegar a ela. O cartão do SOS Card, na carteira ou na bolsa da pessoa, traz as informações mais críticas impressas e um QR Code que abre a ficha completa. Ele funciona mesmo que o celular do seu pai ou da sua mãe esteja descarregado.
E se a pessoa tem Alzheimer ou se perde?
Para quem tem Alzheimer ou outro quadro de confusão mental, o risco de se perder na rua é real. Se ela sumir, ligue 190 e ative o modo pessoa desaparecida no app: a ficha passa a abrir com o aviso de que a pessoa está sendo procurada, e quem a encontrou tem o botão para ligar para a família. Vale conhecer os detalhes na página de idosos e Alzheimer.
Pequenos hábitos que ajudam
- Use uma caixa de remédios semanal e confira se está sendo usada
- Mantenha a lista de medicamentos atualizada a cada consulta
- Combine um horário de ligação diário, mesmo que curto
- Deixe o telefone do médico e dos vizinhos de confiança à vista
- Anote as medições de pressão e glicose para levar às consultas


